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Santos freta voos na Libertadores por prevenção à Covid-19


O Santos viajou para o Equador para enfrentar o Delfín hoje (24), às 23h (de Brasília), em voo fretado. A ação não é rotineira no clube da Vila Belmiro. O Peixe não costuma fretar utilizar opção para longas distâncias, ainda mais diante da atual crise financeira. No entanto, o esforço foi feito pela diretoria como forma de prevenção à Covid-19. O Alvinegro Praiano é um dos clubes com menos casos de contaminação por coronavírus no Brasileirão — apenas dois. Outra preocupação é diminuir o cansaço dos jogadores santistas diante da maratona de jogos após a volta do futebol.


Essa atenção aos protocolos contra o covid-19 até atrasou a saída do Rio de Janeiro em voo fretado - além do tempo ruim . O elenco foi avisado novamente sobre a necessidade do álcool e do uso da máscara. Todos os assentos e demais áreas do avião foram sanitizados.

O boeing 737-500 comporta 55 pessoas na classe executiva. O Peixe decidiu fretar o voo para diminuir o desgaste da viagem. A Conmebol paga parte dos gastos com deslocamentos. Por fase, a confederação destina 200 mil dólares para despesas aéreas (R$ 1,1 milhão)

A viagem, incluindo parada para abastecimento em Manaus, durou cerca de 12 horas. Como o aeroporto é pequeno e com pouca tecnologia, houve novo atraso na saída até o hotel. O descanso de fato começou quase pela manhã.

O Santos ficou no Hotel Wyndham, em Manta. A Conmebol fez vistoria no local e higienizou cada quarto. Todas as instalações têm gerador de ozônio para ajudar a conter a covid-19.

Vale lembrar que o Peixe não teve novos casos positivos de coronavírus antes da viagem ao Equador. Anteriormente, Kaio Jorge, Raniel e Ivonei foram infectados - todos assintomáticos.

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